Publicado em: 20/03/2017 13h55 - Atualizado em 20/03/2017 19h55

O supremo objetivo da vida

O homem surgiu neste mundo como auto-realização de Deus, podemos dizer que a sua vida é uma contínua auto-manifestação do bem infinito, é um progredir infinito. Assim sendo, no homem pode existir o amadurecimento, mas nunca o envelhecimento. O homem pode se tornar idoso, mas nunca perder a esperança. Muda a espécie e também o local de suas atividades, mas para quem possui a consciência de que é filho de Deus jamais ocorre o enfraquecimento ou a decadência. Pode-se dizer que praticar o bem significa corresponder à última finalidade da vida, e praticar o mal significa não corresponder à última finalidade da vida. A última finalidade da vida consiste em realizar a Divindade; portanto devemos desejar viver digna e eternamente. Para vivermos divinamente, devemos realizar o amor, pois Deus é amor. Devemos proporcionar ao próximo aquilo que gostaríamos que os outros nos proporcionassem, pois o amor é a consciência de que "eu e os outros somos um".
O homem, como suprema auto-realização de Deus, encarrega-se de uma parte do plano geral traçado por Deus. É por isso que o homem sente a alegria de viver quando consegue colaborar com Deus. Quem pratica o amor está colaborando com Deus. As riquezas e as forças de quem colabora com Deus constituem fundos e materiais para construir a felicidade da humanidade. Deus é o todo de tudo; por isso quem não colabora para o bem de todos não está sintonizado com a vontade de Deus.
Extraído do livro A Chave da Vida Feliz, volume 2 de Masaharu Taniguchi. Informações com Sr. Ismael Artoni (19) 3875-3006.

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