Publicado em: 20/04/2017 15h53 - Atualizado em 20/04/2017 21h10

Obras públicas têm seus prazos estendidos

Períodos de chuvas e aditivos nos prazos foram principais motivos alegados para atrasos

Adriana Brumer Lourencini ANIELI BARBONI
Diversas obras públicas da Prefeitura, em Indaiatuba, estão com os prazos de conclusão vencidos.
Entre elas, a reportagem identificou o Parque do Mirim, que fica na barragem do Rio Capivari-Mirim; a Casa da Memória, da Fundação Pró-Memória; o Parque da Criança, localizado ao lado do Barco, no Parque Ecológico; o primeiro viaduto, no Jardim Hubert; e a nova rodoviária, que ficará no fim da Rua dos Indaiás.
(Crédito: Giuliano Miranda RIC/PMI)
(Crédito: Werner Münchow)
(Crédito: Werner Münchow)
(Crédito: Werner Münchow)

Nova rodoviária

Werner Münchow
Após ter aprovado um aditivo de 20% no orçamento, o custo da obra do no-
vo terminal rodoviário passou de R$ 9,3 milhões para R$ 11,7 milhões e, consequentemente, teve seu prazo de conclusão adiado.
O prazo inicial era para março de 2017 e, com o aditivo, passou para setembro próximo. A justificativa, segundo a Secretaria Municipal de Engenharia, são melhorias no prédio e a instalação de lâmpadas led, reduzindo custos com energia elétrica. Além disso, o acesso por meio da rodovia SP-75 depende da aprovação da Artesp, o que não há prazo para sair; o projeto e o estudo de tráfego já foram protocolados.

O primeiro viaduto

Werner Münchow
O prazo para a conclusão dos trabalhos e entrega do elevado estava fixado para dezembro de 2016 (o primeiro prazo, na verdade, era para dezembro de 2015), porém, houve um atraso por parte da construtora, que foi notificada pela Prefeitura. Assim, foi feito o aditamento do prazo para outubro deste ano, quase dois anos depois da primeira previsão.
O canteiro de obras do primeiro elevado está localizado na Avenida Engenheiro Fábio Roberto Barnabé, no cruzamento com a Avenida Manoel Ruz Peres, Jardim Hubert, e recebe aporte de quase R$ 5,3 milhões. As obras incluem o recapeamento das vias do entorno e a drenagem e contenção do Córrego Barnabé.

Casa da Memória

Werner Münchow
O prédio da Casa da Memória de Indaiatuba, no Jardim Pompeia, ocupa o espaço do antigo Matadouro da cidade. Prevista para ficar pronta em outubro do ano passado, a conclusão da obra foi adiada para junho de 2017. De acordo com a assessoria da Secretaria de Obras e Vias Públicas (Semop), novas adequações e complexidade do projeto estão entre os motivos da prorrogação.
No local irá funcionar a Biblioteca Municipal e o Arquivo Permanente da Fundação Pró-Memória de Indaiatuba. Com investimentos de R$ 4.936.479,01, o prédio localizado na Rua Vitória Régia terá quatro pavimentos. A área total do terreno é de 2,72 mil m² e o prédio em construção terá 3,22 mil m². Já o espaço útil do arquivo será de 1,8 mil m².

Parque do Mirim

Giuliano Miranda RIC/PMI
O Parque Ecológico do Mirim, no entorno da Barragem do Rio Capivari-
Mirim, cuja função é a de manter a integridade do cinturão verde destinado a ser a mata ciliar da cidade, promovendo a contenção de encostas e preservação ambiental, recebeu o primeiro plantio em novembro de 2015. Em um único dia, foram introduzidas 110 mil mudas.
Devido às chuvas do início de 2016, cinco mil mudas tiveram que ser replantadas, e o Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae) aplicou hidrogel na barragem, a fim de garantir a continuidade no trabalho de manutenção das plantas do entorno.
A conclusão do Parque estava entre as metas do governo de Nilson Gaspar (PMDB). A primeira estimativa de entrega seria até dezembro de 2016. Apesar de novos períodos de chuva em dezembro e janeiro, o que obrigou a Prefeitura a adiar a finalização para abril, a promessa foi cumprida e as obras terminaram no prazo, no entanto, não houve inauguração.

Obras para práticas esportivas também estão atrasadas

A Secretaria de Planejamento Urbano e Engenharia ainda trabalha contra o tempo para entregar três obras de esportes: o Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), que está atrasado há 11 meses; a quadra poliesportiva do XII de Junho, que atrasou quatro meses; e a quadra do Associação Amigos de Bairro XVI de Janeiro, que tem a promessa de ser entregue com três meses de antecedência.
(Crédito: Werner Münchow)
(Crédito: Werner Münchow)
Quadra poliesportiva do XII de Junho atrasou quatro meses Quadra poliesportiva do XII de Junho atrasou quatro meses (Crédito: Werner Munchow)

Acessos da passarela metálica no Itaici são concluídos

Giuliano Miranda (RIC/PMI) A passarela irá permitir a travessia de pedestres e ciclistas de forma mais segura
Esta semana, a Semop concluiu a construção dos acessos da passarela metálica que foi instalada sobre o Rio Jundiaí, ao lado da ponte de Itaici. Na última terça-feira, foram instaladas proteções laterais nos acessos. A passarela irá permitir a travessia de pedestres e ciclistas de forma mais segura.
Construída no final da Alameda Coronel Antonio Estanislau do Amaral, a passarela tem 55 metros de comprimento, por 2,5 metros de largura, com uma proteção lateral medindo 1,30 metro de altura. Antes da instalação da passarela, a passagem de pedestres e ciclistas era feita em um corredor estreito, na lateral da ponte de concreto, que já existia no local, ao lado da passagem de veículos.
A travessia foi anunciada em julho de 2014, com previsão para conclusão em setembro de 2015. Porém, a ordem de serviço foi emitida em junho de 2015, com previsão de entrega em setembro do mesmo ano. No entanto, a construção começou apenas em março de 2016, seis meses após o prazo para entrega, e o novo prazo de entrega era para julho do ano passado, adiado, depois, para setembro. Ou seja: um ano e sete meses de atraso.

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