Publicado em: 10/04/2017 16h27 - Atualizado em 10/04/2017 19h56

Chegou

Indaiatuba entrou na lista de cidades com recomendação para vacinação contra a febre amarela. Com a aproximação da doença, a prevenção se torna fundamental.
Já são vários os casos na região e alguns macacos apareceram mortos na vizinha Campinas. Agora, o perigo está bem perto, e, antes de remediá-lo, é preciso evitá-lo.
E não só com vacinas se evita essa doença que já fez muitas mortes. Já passa de 200 o número de mortes em decorrência da doença desde que começou esse novo surto, em dezembro. No final de semana, o Ministério da Saúde confirmou 604 casos e 202 mortes devido à febre amarela (148 ocorreram em Minas Gerais, 43 no Espírito Santo, quatro em São Paulo, quatro no Pará e três no Rio de Janeiro; além de 48 casos que ainda estão em análise). Mais do que a vacina, que previne a doença nos seres humanos, é preciso evitar a proliferação da doença e uma das formas é não deixar que haja um surto urbano. Este pode ser ocasionado pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito da dengue, zika vírus, febre chikungunya etc.
Um pequeno mosquito que acaba com milhares de vidas todos os anos, agora pode ser o causador de um novo surto, que não se via há pelo menos 70 anos no Brasil.
A febre amarela, enquanto rural, já causa centenas de mortes, mas pode ser ainda pior se "se instalar" nas cidades. E enquanto segue nas matas, também causa inúmeros problemas, como a possível extinção de espécies de macacos, o que é uma perda inestimável para a fauna das regiões afetadas pelo vírus.
Mais do que nunca, a conscientização deve ser ainda mais eficaz e um trabalho árduo de combate deverá se reforçar para acabar com essa doença.

Veja Também: