Publicado em: 02/10/2017 15h07 - Atualizado em 02/10/2017 20h41

Ser Tão Caipira reúne música e prosa no Sesi

Fábio Alexandre
Pedro França Edson Lozano e Agnaldo Araújo desfilam músicas de raiz e causos bem-humorados
Homenagear e resgatar a alma da cultura caipira, por meio da viola com suas músicas de raiz, a prosa, a poesia e os 'causos' sempre bem humorados contados pelo caboclo. Estes são os objetivos do espetáculo Ser Tão Caipira, que o Grupo Teatral Brasil Raiz apresenta no próximo domingo, dia 8, a partir das 10 horas, no Sesi Indaiatuba, com entrada franca. A classificação é 14 anos. O espetáculo integra o projeto Território Sesi-SP de Arte e Cultura, que visa incentivar e difundir a produção artística regional.
Numa manhã de domingo, o caboclo Januário se prepara para tomar seu café, quando alguém bate à porta. Em um cenário simples, com duas mesinhas, dois banquinhos e um oratório com São João, chega "Dotô Março", veterinário da cidade e também violeiro cantador. Como não se viam há tempos, a conversa promete render e enquanto a água esquenta, os amigos iniciam a prosa.
Motivos, ingredientes e condições suficientes para introduzir os espectadores em um autêntico universo caipira onde impera a viola com suas músicas de raiz, a prosa, a poesia e os 'causos' sempre bem humorados contados pelo caboclo, com a sonoridade peculiar de sua linguística.
Misturando humor e poesia, o texto de autoria de Edson Lozano, que dá vida ao personagem Januário, surgiu de intensa pesquisa dos costumes e a paixão pela vida no interior. Ao lado do violeiro Agnaldo Araújo, desfila sucessos que resumem a alma do caipira, em um trabalho cênico musical inspirado em Rolando Boldrim. "Sou um garimpeiro de livros e textos sobre os costumes do caipira e tenho muito prazer em colaborar na difusão desta cultura", disse Lozano.
A direção musical é de Agnaldo Araújo, músico, cantor, compositor e instrumentista, que também executa ao vivo, com sua viola, todas as músicas do espetáculo. A direção artística é da dupla Crispim Gomes e Jorge Fantini, diretores da Companhia de Teatro Sia Santa, sediada em Campinas há 40 anos. A iluminação é de Nilson Garcia, a cenografia de Manoel Neto e os figurinos de Bete Bastos. O espetáculo tem duração de 60 minutos.

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