PF apura transações entre assessores de Damares e blogueiro bolsonarista

A Polícia Federal (PF) apura supostas transações financeiras entre quatro assessores do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e o blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio (foto em destaque).A investigação se dá no âmbito do inquérito que investiga o financiamento e a realização de atos antidemocráticos contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Eustáquio é um dos investigados, que chegou a ser preso em 26 de junho, ficando detido por 10 dias. As informações são do jornal O Globo.As transações foram apontadas pela delegada Denise Dias Ribeiro durante o depoimento da esposa de Eustáquio e ex-secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da pasta, Sandra Mara Eustáquio.Damares AlvesServidores do ministério de Damares são investigados pela PFFlickr/MMFDHoswaldo eustaquio vai a manifeestacao na esplanadaOswaldo Eustáquio é alvo de investigações sobre atos antidemocráticosJuliana Barbosa/Metrópoles0Mais sobre o assuntoBrasilPF prende jornalista bolsonarista após suspeita de que deixaria o paísOswaldo Eustáquio, ex-assessor do Ministério dos Direitos Humanos, foi detido em Campo Grande. Ele é alvo do Inquérito das Fake NewsPolíticaProibir uso de redes é precedente perigoso, diz defesa de Oswaldo EustáquioBlogueiro bolsonarista, que estava preso desde o dia 26 de junho, foi solto neste domingo por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STFLeo DiasLeo Dias entrevista Oswaldo Eustáquio: “Damares quis investigar pastor Heiderich”Oswaldo Eustáquio disse que vai se candidatar ao Senado, pois quer pedir impeachment de ministros do STFJustiçaFake news: Moraes manda soltar Oswaldo Eustáquio, blogueiro bolsonaristaO ministro do STF substituiu a prisão por medidas cautelares. Eustáquio é investigado em inquérito sobre notícias falsas contra a CorteRibeiro questionou Sandra sobre diversos repasses do blogueiro para outros quatro funcionários do ministério, em valores inferiores a R$ 10 mil. Sandra justificou que a quantia era relacionada a pagamento de empréstimos. Ela utilizou o direito de permanecer calada para não esclarecer a outra parte do valor.A delegada perguntou por que uma funcionária do ministério pagou, em junho de 2020, o aluguel da residência onde Sandra e Eustáquio moravam, no valor de R$ 5.333,333. Ela respondeu que pediu o dinheiro emprestado para a funcionária e em seguida recorreu ao direito de permanecer calada.Quando questionada sobre a relação com Damares, Sandra disse que conhece a ministra há 10 anos por ser pesquisadora da área de infanticídio indígena, um assunto de interesse da ministra.

Fonte: Metropoles