Covid-19: Pfizer pedirá aprovação de uso emergencial de vacina em novembro

A Pfizer anunciou nesta sexta-feira (16/10) que pretende pedir uma autorização para uso emergencial de seu imunizante nos Estados Unidos ainda em novembro. Em carta aberta à população, o executivo-chefe da empresa, Albert Bourla, diz que a solicitação será feita assim que o “marco de segurança” for atingido.A aprovação e registro de uma vacina depende de três critérios: ela tem de ser eficaz, protegendo a maioria dos pacientes vacinados; precisa ser segura, com dados robustos gerados a partir de testes em milhares de pessoas; e deve estar comprovado que ela poderá ser fabricada em larga escala.Mais sobre o assuntoSaúdeBrasil não terá vacinação em massa contra Covid-19 em 2021, diz vice-diretora da OMSMédica brasileira que acompanha desenvolvimento de vacinas contra o novo vírus afirma que não haverá doses suficientes para toda a populaçãoSaúdeBrasil já assegurou 142 milhões de doses de vacinas contra Covid-19Em coletiva de imprensa, Ministério da Saúde detalhou contratos firmados com a AstraZeneca e a Covax FacilitySaúdeCovid-19: vacina mostra bom resultado e Pfizer promete 1,2 bilhão de dosesMétodo desenvolvido pela gigante farmacêutica ainda está na etapa inicial, mas empresa já assegura produção em larga escala para 2021 SaúdeCovid-19: vacina que será testada no Brasil apresenta resultados animadoresArtigo publicado na revista Nature mostra que imunização das farmacêuticas BioNtech e Pfizer foi eficiente em produzir resposta imunológicaA gigante farmacêutica está na fase 3 de estudos – quando um grande grupos de voluntários recebe a imunização – e espera divulgar os resultados sobre eficácia ainda em outubro e os de segurança até a terceira semana de novembro.“Os cronogramas acima refletem nossas melhores estimativas de quando esses importantes marcos poderão ser alcançados”, afirmou Bourla, o executivo-chefe da empresa, em carta publicada no site da empresa.O Food and Drug Administration (FDA), dos EUA, publicou, neste mês, diretrizes ao setor farmacêutico para permitir a autorização emergencial de vacinas contra o novo coronavírus no país. A ideia do FDA é acelerar o registro de imunizantes sem abrir mão das garantias de segurança e eficácia.

Fonte: Metropoles