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10548 Silvia Em Revista 25 De Outubro De 2014

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Sílvia em Revista – 25 de outubro de 2014



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Atualizado em 08/12/2014 às 11h09Publicado em 08/12/2014 às 11h07Silvia Bolívar – [email protected]
Sílvia Bolívar

[email protected]



É amanhã!

Quem vai ganhar, Aécio ou Dilma? Esta é a mais acirrada campanha eleitoral para a Presidência em muito tempo. Golpes baixos e apelações duvidosas foram artilharia entre os dois candidatos. Há que se reconhecer que tanto Aécio como Dilma têm boas propostas, mas nem todas viáveis. A não ser com a autorização do Congresso. Promessas são fáceis. Fala-se e pronto. Quem vai cobrá-las no futuro? Deveriam fazer uma lista das promessas e cobrar de quem vencer todos os itens a cada seis meses. Como ficou isso? Você prometeu aquilo, em que pé está?

No Facebook para cada petista existem nove aecistas. Impressionante essa conta. Mas ela não serve de termômetro. Até porque na reta final começaram a aparecer mais dilmistas. Amanhã à noite já saberemos quem governará o país nos próximos quatro anos.

Pense bem, vote bem.



Gravuras

Grupo Gravo, do qual faz parte Ermê Pereira, está com nova exposição em Piracicaba. A mostra tem percorrido várias cidades e se destaca por revelar o melhor de um grupo de artistas plásticas.



Pilantras nos Tribunais de Conta

A toda hora aparecem notícias sobre a falta de idoneidade de integrantes dos tribunais de conta estaduais e até da União. A mais recente mostra uma professora de educação física sendo contratada como assistente do TCE do Rio. Recebia quase R$ 10 mil para dar aulas de ginástica particular para um integrante do TCE e sua esposa.

Os Tribunais de Conta têm como missão analisar as contas dos estados ou União. Como podem escolher pilantras para esses postos. Em São Paulo tem outro famoso. Roubou tanto que até um banco suí-ço pede explicações.



Literatura

Moacir Torres, Marina Salla e Rodrigo Mendes participaram da Feira Literária da Viber no sábado. Por volta de 32 mil pessoas foram conferir o evento. É o Outubro Literário bombando.



Sem árvores

O que esta escriba vem lutando – e até agora sou voz solitária – é para que se crie uma lei para preservar as árvores da área urbana da cidade.

Um empresário compra seis casas, derruba tudo e faz um prédio onde antes moravam, no máximo 20 pessoas e depois serão mais de 120. E as árvores que ficavam nos quintais dessas casas? Jabuticabeiras que demoram duas décadas para produzir frutos são assassinadas sem qualquer remorso. Não dá para manter as árvores e integrá-las no projeto arquitetônico do prédio?

Depois reclamam que Indaiatuba está muito quente…



Mata e nascente

A Prefeitura envia release para dizer que está fazendo calçadas e iluminando uma área verde, com nascente, no bairro Jardim Monte Verde. É preciso preservar esse tesouro. A nascente precisa de todos os cuidados para não morrer. Espero que as intervenções urbanísticas não atrapalhem a área verde. O quanto mais intocada ficar, melhor.



Cadê a água?

Muita gente reclamando do rodízio da água na cidade. Dizem que a água não chega dentro do prazo estabelecido pelo Saae em cada bairro. É que muita gente no início da ponta está estocando água e por isso ela demora para chegar a outros destinos. Não dá para discordar de quem faz isso. O medo de ficar sem água é terrível e estocar é a única solução. O problema é que a quantidade disponível é pouca e estocar em casa acaba atrapalhando quem está no fim da linha ou bairros mais altos.

A terrível seca que o Sudeste passa nesses dois anos deve-se, entre outros fatos, ao intenso desmatamento no Mato Grosso e Pará. Sem a floresta, a Zona de Convergência de Umidade – canal atmosférico que liga a Amazônia ao litoral do Sudeste – fica fraca e não favorece às chuvas. Daí o perigo dos desmatamentos. O resultado se vê depois.


Izildinha Lopes, a Dinha, com sr. Valdir no Lar de Velhos. Ele ajuda a cuidar das gatinhas do Lar.

Tarde no Lar de Velhos

Esta escriba foi fazer matéria sobre os animais que moram no Lar de Velhos (que será publicada na próxima terça) e se emocionou com o tratamento carinhoso dado a todos os idosos que moram no local. Izildinha Lopes, a diretora da instituição, é uma pessoa iluminada, com garra para lutar por seus velhinhos e dar uma vida digna para todos.

O local é muito agradável. A ampliação ficou ótima e todos os idosos lá são muito queridos. Há um laguinho com peixes e uma cachoeira que são verdadeiros pontos de relaxamento. Um grande viveiro abriga várias espécies de pássaros, a maioria fazendo ninho nesta primavera.

Pena não poder ter ficado mais tempo papeando com os idosos. Assim que puder, vou lá para conversar mais com pessoas que têm tanto para contar.



Área verde

O vereador Cebolinha liga para explicar que não é possível “trocar” área verde de loteamentos por qualquer outra coisa. “Em área verde não se mexe, é inconstitucional”, garante. O telefonema foi em resposta a nota publicada aqui que dizia que a cidade poderia estar fazendo um crime ambiental. O que uma lei municipal permite é a troca de áreas institucionais (que todo loteamento deve ter) por outras formas de melhor utilização para essa proposta. Por exemplo, uma creche pode ser melhor instalada em locais em que sejam realmente necessárias.



Assassinato de cão

Muita gente escreveu e ligou para saber do caso relatado na coluna. Não pude citar o nome do facínora, embora ele conste do Boletim de Ocorrência feito pela vítima, dona do cãozinho. O sujeito matou um labrador de 7 meses a marteladas e depois ficou exibindo o corpo retalhado do coitado.

O caso está nas redes sociais, inclusive com a foto do assassino. Tomara que ele seja julgado e pegue a pena mais elevada para crimes como esse. Entretanto, dá no máximo dois anos de prisão, que na verdade são convertidos em pagamento de cestas básicas ou prestação de algum serviço comunitário. É por isso que a lei precisa ser mais dura. Por enquanto ninguém vai preso por maltratar ou matar animais.



Medo de africanos

O Sul brasileiro está vivendo uma situação delicada. É por lá que muitos africanos estão chegando ao Brasil. Um deles poderia ser a primeira vítima do ebola aqui. Por sorte, não era. Os exames deram negativo para a doença.

Não dá para condenar as pessoas por esse tipo de xenofobia. Até eu entendo. A doença é contagiosa e não se sabe se o africano veio de alguma dessas áreas. Claro que depois, pensando bem, vê-se que é bobagem essa discriminação, já que se um deles tivesse a doença ela já teria se manifestado, já que para chegarem ao Paraná os africanos fazem um percurso longo e que envolve pelo menos parada em dois outros países. Mas como condenar os que têm medo?

**

Já com os haitianos o risco está na febre chicungunya, muito comum no país – que ainda não se recuperou do terrível terremoto. Me pergunto por que os haitianos preferem o Brasil, Se passam antes pelo Peru e Bolívia, países que têm mais crescimento que o nosso?

Para a pessoa migrar, deixar tudo para trás e iniciar nova vida num país diferente, com língua estranha, tem que estar numa pior. Há haitianos médicos e advogados trabalhando aqui na construção civil. É o único futuro para eles.

Triste a situação dos africanos e haitianos que têm que sair de seus países e trabalhar aqui muitas vezes em condições análogas a de escravos.



CARTAS



Poupatempo

Prezada Silvia, no dia 8/10 fiz a renovação da minha CNH e me mandaram buscá-la segunda dia 13/10 a partir das 15 horas. Decidi ir no dia seguinte cedo. Quando cheguei as 8h10 encontrei uma enorme fila do lado de fora, além de funcionários. Fiquei sabendo que o ar condicionado estava pifado e estariam fazendo concertos.

Do lado interno me falaram que o calor estava insuportável. Uma funcionária gentilmente foi buscar meu documento e de outra pessoa.

Agora pergunto, por que tanto tempo para um documento ficar pronto e no lado interno não ter janelas que pudessem ser abertas? Acho que o Poupatempo está precisando de ajustes, senão poderemos chamá-lo de GastaTempo. Um abraço e obrigada. Ermelinda Pereira.



R: Minha querida Ermelinda, estou publicando sua carta porque ela sintetiza uma queixa geral. O Poupatempo precisa de melhorias em Indaiatuba. Já usei o serviço e minha nota é 7. A impressão é que anteciparam a abertura do local. Acredito que tudo irá melhorar daqui a algum tempo. Vamos conferir. Abração.



(Falta de) Água

Oi Silvia, tudo bem? Lendo sua coluna, li que o SAAE lhe informou que alguns bairros mais altos tiveram falta de água nesta semana. Por favor diga a eles para mim, que ainda estamos sem até hoje nas caixas, água só na torneira da rua, mas pouco me adianta, quero água para tomar banho no chuveiro, para o resto estou comprando. Penso que ela não está tendo força para subir para as referidas caixas, porque já verificamos e está tudo ok. Moro na Estrada do Sapezal, ao lado do Condomínio Bounganville. (A leitora se identificou, mas pede anonimato)



R: A queixa é geral, mas acredito que o Saae está fazendo o possível para que toda a cidade tenha água em parte do dia, pelo menos. A situação está feia. São dois anos de estiagem atípica na época na qual deveríamos ter chuva. Acredito que se as nascentes de Indaiatuba estivessem mais cuidadas e preservadas a situação poderia não ser tão grave assim. Que chova bastante, mas sem danos! Abraços.

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