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Pacientes de emergência esperam por horas



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Publicado em 16/02/2015 às 10h10Da Redação – [email protected]
Casos de labirintite e braço quebrado tiveram de esperar por atendimento sem prioridade
Paulo José

*

Adriana Brumer Lourencini

[email protected]



Na tarde de segunda-feira, dia 9, muitos usuários do pronto-socorro (PS) do Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc) enfrentaram um longo e exaustivo período de espera por atendimento. Segundo relatos, vários pacientes que aguardaram até à noite foram embora sem passar pelo médico.



A autônoma Taís Neves acompanhou o marido Márcio que buscava atendimento para sintomas que pareciam ser de labirintite. “Chegamos ao PS às 15h; já passava das 16h quando ele passou pela triagem e continuou aguardando”, conta. “Quando deu 18h, eles pararam de chamar; alegaram que era troca de plantão e que não havia médico disponível – um descaso!”, desabafa Taís. Por fim, ambos foram embora por volta das 20h, sem que Márcio recebesse atendimento.



O gerente de vendas Jocimar de Araújo passou por situação parecida com o filho Michael Douglas. “Chegamos ao PS às 18h20 e meu filho foi atendido só à meia-noite. Estava lotado e muitos se revoltaram com a longa espera. Tinha gente esperando desde o início da tarde. Meu filho teve uma torção no joelho e, como não havia ortopedista, não pode fazer exame de raio-x. Ele, então, recebeu um anti-inflamatório e orientações para retornar no dia seguinte.” Jocimar diz ainda que havia somente um médico atendendo: “O outro médico chegou somente às 22h”.



Em nota, a Assessoria do Haoc explica que o quadro de médicos que atendem no PS estava completo durante o dia todo na segunda-feira. No período das 7h às 19h três médicos realizavam o atendimento ambulatorial de adultos, e das 19h até às 7h havia dois médicos. A direção do hospital informa ainda que o plantão conta com equipes de pediatras, ortopedistas, intensivistas e clínicos que cuidam dos pacientes das enfermarias.



Sobre o ocorrido no início da semana, a Assessoria do Haoc comenta que alguns casos requerem maior atenção médica, devido a gravidade e a necessidade de exames, medicação etc. Soma-se a isso ao grande volume de pessoas que procuraram o hospital neste dia, o que provocou um tempo de espera maior que o habitual. Dessa forma, a direção decidiu incluir mais um médico no plantão noturno, totalizando três profissionais, a fim de agilizar o atendimento. O hospital também esclarece que os atendimentos são feitos de acordo com a classificação de risco, para que pacientes em situação mais grave sejam atendidos mais rapidamente.

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