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Publicado em: 15/08/2018 11h51 – Atualizado em 20/08/2018 09h57

Tempo frio ajuda e vendas no Dia dos Pais crescem na RMC

Data registra bons resultados, com aumento de 2,18% em comparação a 2017

Da Redação



Divulgação (Acic)
Movimento em loja no Dia dos Pais: números acima da média
A temperatura mais fria motivou a expansão das vendas do Dia dos Pais na Região Metropolitana de Campinas (RMC), segundo levantamento da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic). De acordo com a entidade, a data apresentou aumento de 2,18% nas vendas, se comparados ao mesmo período em 2017. Já o faturamento totalizou R$ 271,4 milhões (2,5% a mais do que no ano passado, que fechou a data em R$ 265,7 mi).
O presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Indaiatuba (Aciai), Antônio Aparecido Pereira, também comemora bons resultados em Indaiatuba, e salienta que a data vem se destacando, com números acima da média. “A cada ano a expectativa aumenta”, avalia. “Além disso, a campanha Show de Prêmios da Aciai incrementa o movimento do comércio local.”
Pereira afirmou que, no período, as lojas promoveram diversas promoções. “Os itens mais procurados para presentes aos pais são eletrônicos, vestuário, relógios, acessórios e joias”, informa. “A comemoração também incluiu os restaurantes, mais movimentados no período.”
O economista da Acic, Laerte Martins, acrescenta que o valor médio dos presentes chegou a R$ 112, uma expansão de 4,67% sobre o custo de 2017, que foi de R$ 107. “Entre os produtos mais vendidos registramos peças de vestuário, eletroeletrônicos e perfumaria”, relata. “Os almoços nos restaurantes apresentaram uma boa demanda para agradar os pais em família. Analisando as vendas do Dia dos Pais este ano, observou-se que, pela primeira vez nos últimos cinco anos, ficou acima do Dia dos Namorados, perdendo apenas para o Dia das Mães.”
As vendas do comércio varejista da região ficaram 4,79% acima das vendas de junho, aponta Martins. “Os resultados repuseram ao comércio, em julho, uma melhora nas vendas, que foram 4,79% superiores às de junho, que estavam ainda sob o efeito da crise dos transportes e dos combustíveis. Faltou pouco (-0,65%) para que a recuperação igualasse os númerosde vendas de julho de 2017”, explica.
Inadimplência
A Acic destaca ainda que os consumidores compraram mais à vista (5,91%), e menos a prazo (3,77%), tendo em vista o efeito da crise. A participação do e-commerce ficou em 7% sobre as vendas físicas, ainda abaixo do normal, correspondendo a 22.535 consultas. “Diante dos números, apesar dos efeitos da crise estarem mais equacionados, a perspectiva para o segundo semestre deve apresentar algum crescimento para as vendas até o final do ano”, observa o economista.
Ele acrescenta que o volume da expansão está condicionado aos efeitos dos resultados finais das eleições, em outubro.
Na RMC, a inadimplência também apresentou uma elevação de 1,98%, com 390.263 carnês/boletos vencidos e não pagos a mais de 30 dias, representando R$ 281 mi no endividamento dos consumidores.
“Continua a recomendação para que o comércio varejista deva se preparar para novos tempos difíceis da economia, bem como na área política, frente às eleições deste ano”, comenta. “A expectativa de melhora consistente deve ser operacionalizada a partir de 2020, quando teremos as implantações dos planos do novo governo que deverá permanecer até o final de 2022.”

Estudo mostra reação de mercado em vários setores na região

Em maio, o faturamento do comércio varejista na região de Campinas atingiu R$ 4,82 bilhões, o maior para o mês desde 2014, e alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2017. Esse foi o melhor desempenho entre as 16 regiões analisadas no Estado, onde a média ficou em 3,3%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 10,4% e nos últimos 12 meses, houve elevação de 6,8% nas vendas. Os dados são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com o SindiVarejista.
Das nove atividades pesquisadas, cinco tiveram alta nas vendas em relação a maio do ano passado, com destaque para os setores de eletrodomésticos, eletrônicos, lojas de departamentos (151%) e supermercados (6,8%). Somadas, essas atividades contribuíram com 7,2% para o desempenho geral. Em contrapartida, sofreram as maiores quedas do mês os segmentos: vestuário, tecidos e calçados (-4,5%) e de autopeças e acessórios (-8,5%), impactando negativamente em -0,7%.
Sanae Murayama Saito, presidente do SindiVarejista, diz que dois setores que cresceram foram diretamente impactados pela paralisação dos caminhoneiros: o de outras atividades (5,4%), em que predomina o comércio de combustíveis, e o de supermercados (6,8%). “O primeiro engloba a venda de combustíveis, cuja alta dos preços impulsionou o faturamento do grupo de outras atividades acima da média geral da inflação; já o de supermercados, por conta da alta nos preços decorrente do desabastecimento temporário, também registrou antecipação de consumo no fim do mês”, argumenta.
A expectativa é que os resultados devam mostrar os impactos da paralisação e permitir uma melhor avaliação das tendências que devem prevalecer até o fim do ano. “Isso porque a greve gerou impactos diretos sobre preços de produtos essenciais em maio e junho, além de turbulências no mercado de câmbio e pressões sobre insumos básicos. Nesse cenário, as projeções continuam apontando para um crescimento anual ao redor de 5% em 2018”, esclarece Saito.
Estudo
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela FecomercioSP e o SindiVarejista, com base em informações da Secretaria da Fazenda paulista.
Além de Indaiatuba, a pesquisa incluiu os municípios: Águas de São Pedro, Americana, Araras, Artur Nogueira, Campinas, Capivari, Charqueada, Cordeirópolis, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Hortolândia, Iracemápolis, Leme, Limeira, Mombuca, Monte Mor, Nova Odessa, Paulínia, Piracicaba, Rafard, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Cruz da Conceição, Santa Maria da Serra, São Pedro, Sumaré, Valinhos.

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