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10486 Coluna Pinceladas 15 De Novembro De 2014

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Coluna Pinceladas – 15 de novembro de 2014



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Atualizado em 27/11/2014 às 11h51Publicado em 27/11/2014 às 11h49Jota Miranda – [email protected]
Jota Miranda

[email protected]



Estou de volta

Depois de duas semanas fora do ar, volto com esta coluna, para tristeza de muitos e alegria de poucos. Mas não importa. O importante é o importante e ponto final. Entenderam?

Quero agradecer a todas as “meninas” enfermeiras do Haoc pelo atendimento exemplar, sob o comando da competente enfermeira chefe Gleici, durante o tempo que estive lá. Brigadú, gente!



Ninguém escapa

Tá feia a violência em todo o país. Semana passada, o pai de um político daqui da city, foi covardemente espancado por ladrões. Ele estava saindo de uma festa junto com a família, quando foi abordado por uma dupla de assaltantes que além de roubar objetos, espancaram o senhor, já de idade.



Morreu de Enem

Em Olinda, Pernambuco, uma candidata que iria fazer a prova do Enem, sofreu um infarto antes da prova e morreu no sábado, dia 8, nas dependências do Colégio Santa Emilia, onde seria realizada a prova.

Edivânia Florinda de Assis, de 32 anos teria corrido muito para chegar a tempo, porque tinha errado o local da prova. Esse cansaço de correr e chegar a tempo, possivelmente foi o motivo de sua morte.



Maconha para 5 dias

Foi aprovado na Comissão de Justiça do Senado, projeto de lei que estabelece o limite de maconha que o cidadão pode carregar consigo. Segundo o projeto, o cidadão pode carregar maconha para cinco dias de uso e não será considerado crime e nem tráfico, e, sim como consumo próprio. Cabe a presidência da república definir a quantidade de drogas que um cidadão pode usar em cinco dias.

Sem comentários!



Os sortudos – Em pé: Paco, Naudir, Arlindo, Gilson, Nazista, Alfredo, Walter, Roque, Balbino, Ferrari, pai do Arlindo. Agachados: Mizael e seu irmão, Miranda do bar, Tuta, Camisola, Carlito, Mané japonês, Amado, Belluti

Sortudos de 1969

Um grupo de amigos da city, comprou um bilhete da loteria federal especial de fim de ano, com um premio equivalente nos dias de hoje, a cerca de um milhão de reais, isso em 1969.

Na época existia a Tabacaria Lotérica, na rua Padre Bento Pacheco, ao lado do Bar do Vando, de propriedade do Sr. Avelino Soster, que vendia apenas bilhete da loteria federal. No dia 31 de dezembro de 1969 iria correr o grande prêmio. O Sr. Xisto levou um bilhete até a sede do E.C. Primavera (onde hoje é a Loja da Vivo) onde fez uma lista com as pessoas presentes. Como o bilhete era valioso, o Sr. Ciro Stocco, na época gerente do Bradesco, guardou o bilhete inteiro no cofre do banco, como medida de segurança.

A tarde, não deu outra, deu o bilhete no primeiro prêmio, fazendo muita gente “embamburrar”. Na foto, cedida pelo Sombini (Gato), os ganhadores defronte a agencia do Bradesco. Algumas pessoas não conseguimos identificar, mas a maioria sim (ver legenda). Não aparecem na foto, mas participaram do bolão: Dinho Ceccon, Geraldo Rezende, Zeca Marcondes e Xisto. O número do bilhete premiado era 45.566.



Toma que o filho não é teu

Um exame de DNA foi o suficiente para acabar com um casamento de 4 anos. Um homem daqui de Sampa descobriu depois de 4 anos que sua filha não era sua. O casal estava namorando quando ela ficou grávida. Eles passaram a morar juntos e viviam muito bem, até que numa briga de casal, envolvendo a educação da menina, ouviu de sua companheira a seguinte frase: “não se meta na educação dela, até porque, prá seu governo, ela não é sua filha…”.

Depois da frase, a casa caiu e ele exigiu um exame de DNA que comprovou que realmente a menina que ele tinha assumido e registrado, não era sua filha biológica.

Para o juiz de direito José Ernesto de Souza Bittencourt Rodrigues, “não se cria vínculo afetivo por decisão judicial e assim, determinou a procedência do pedido de negatória de paternidade e a retificação no assento de nascimento da criança, bem como a supressão do patrimônio do autor do nome da menina. Fonte: site Migalhas.



Piada

O Manoel estava na cama ao lado da Maria, lendo um livro de mistério. Um tal de dicionário.

Em dado momento Maria começa a abraçá-lo murmurando:

– Manoel, eu quero furnicar… eu quero furnicar, agora Manoelzinho…

Manoel não dá atenção e continua sua leitura:

– Manoeeeeel, eu quero furnicaaaar – geme a Maria impaciente.

Então o Manoel vira-se aborrecido e diz:

– Droga, Maria! Eu já lhe dei o Mastercar, o Ourocar, o American Express Car! Agora se vira pra conseguir essa merda desse Furnicar!

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