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Vereador pede nova empresa de ônibus para a cidade



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Atualizado em 05/12/2014 às 12h31Publicado em 05/12/2014 às 12h29Mariana Corrér – [email protected]
EDUARDO TURATI

Mariana Corrér

[email protected]



Após um recente reajuste que voltou a aumentar a tarifa do transporte público urbano em Indaiatuba, o presidente da Câmara, Luiz Alberto Pereira, o Cebolinha, pediu ao Executivo Municipal uma nova empresa de ônibus para a cidade.



O pleito foi feito por uma indicação apresentada no dia 24 de novembro, durante a sessão de Câmara, na qual ele ressalta reclamações dos populares e os benefícios que a concorrência traria ao município. Cebolinha garante que há na Prefeitura a intenção de trazer um novo nome ao transporte público local. “Estou documentando toda essa conversa para que isso ocorra”, diz.



Antes de qualquer oficialização, o edil lembra que é necessário um estudo de viabilidade e é isso que está em jogo com o Executivo. “Mas acredito que esse estudo seja iniciado ainda neste ano”, revela.



O parlamentar lembra que além das reclamações, o próprio crescimento da cidade mostra a necessidade de outra empresa, pois a demanda gera dificuldades para que uma única viação trabalhe sozinha. “Também tem muita insatisfação que vem de todos os lado”, acrescenta.



Antes dessa oficialização, Cebolinha relata que sabe das restrições que essa mudança implica, pois está em vigor um contrato com a Indaiatubana. “A nova empresa trabalharia em conjunto, fazendo linhas e horários que a atual viação não faz”, explica. “Entendo que a concorrência ajudará, em muito, na melhora dos serviços prestados”, adiciona o vereador.



A Secretaria Municipal de Administração é responsável pelo Departamento de Transporte Coletivo (DTC) e regula o contrato com a Viação Indaiatubana. A Tribuna questionou sua assessoria de imprensa sobre a possibilidade de abrir concorrência e foi informada que “não foi formalizada nenhuma solicitação neste sentido por parte da Câmara Municipal ou vereador, portanto, não há como fazer nenhuma avaliação a este respeito”.



A Reportagem indagou, então, qual a viabilidade de uma nova empresa se instalar na cidade e o que impediria de vir uma concorrência, bem como questionou se é previsto em contrato as duas trabalharem em conjunto, mas foi reiterada a informação de que é necessária uma formalização de pedido para que sejam dadas essas respostas.

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