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Banco Central prorroga intervenção no BVA
BC estende em três meses a duração do regime de intervenção



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Atualizado em 22/04/2013 às 10h55Publicado em 19/04/2013 às 20h13Da Redação – [email protected]
O Banco Central (BC) prorrogou em três meses a duração do regime de intervenção no banco BVA. A decisão foi divulgada na quinta-feira, dia 18, data em que venceu o prazo da primeira intervenção, que durou 180 dias.



O banco, com sede no Rio de Janeiro, teve a intervenção decretada em outubro de 2012. Na época, o BC informou que a intervenção seria feita “em decorrência do comprometimento da sua situação econômico-financeira e do descumprimento de normas que disciplinam a atividade da instituição”.



De acordo com a autoridade monetária, o banco BVA detém 0,17% dos ativos do sistema financeiro e 0,24% dos depósitos, com sete agências localizadas nos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e São Paulo.



A determinação do regime especial (intervenção e liquidação extrajudicial) ocorre depois que a fiscalização do BC verifica algum tipo de problema na instituição financeira, como ausência de liquidez (recursos disponíveis), desvio de dinheiro, descumprimentos de normas ou não pagamento de obrigações.



No processo de intervenção, existe a possibilidade de sanar os problemas da instituição, mas, se isso não ocorre, a instituição financeira passa por um processo de liquidação extrajudicial, quando são vendidos os bens da empresa para pagar credores.



Indaiatuba

O destino do BVA é de interesse de Indaiatuba pois a Prefeitura tem R$ 53 milhões retidos na instituição desde outubro do ano passado. O valor representa quase 8% do Orçamento de 2012. Na época da intervenção, o ex-secretário da Fazenda, Marcelo Pigatto, assumiu a responsabilidade pela aplicação.



Por enquanto, a administração municipal tem a previsão de receber de volta somente R$ 70 mil, que será ressarcido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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