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Voto Consciente divulga balanço sobre 2014 na Câmara



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Publicado em 09/02/2015 às 10h12Mariana Corrér – [email protected]
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Mariana Corrér

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A Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Voto Consciente, que acompanha os trabalhos legislativos da cidade, divulgou seu balanço dos projetos votados em 2014 na Câmara Municipal.



Foram 21 proposituras aprovadas e sancionadas. As participantes do Voto Consciente as dividiram por temas para melhor análise do resultado. No total, os vereadores aprovaram seis projetos referentes ao Calendário Oficial do Município, dois projetos de Cultura, dois de Segurança Pública, sete de Serviço Público e quatro de Utilidade Pública.



Entre eles, três parlamentares criaram mais leis: Derci Jorge Lima (PT); Gervasio Aparecido da Silva (PP); e Luiz Alberto Pereira, o Cebolinha (PMDB), com três projetos cada.



Bruno Ganem (PV); Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT); Luiz Carlos Chiaparine (PMDB); Maurício Baroni (PMDB); e Túlio Tomass do Couto (PMDB) apresentaram dois projetos cada um.

Antônio Sposito Junior, o Toco da Croissant (PTB); Massao Kanesaki (DEM); e Hélio Ribeiro (PSB) aprovaram uma lei cada.



Helton Ribeiro (PP) foi o único vereador a não apresentar nenhum projeto de lei.



Opinião



Uma das integrantes da organização, Norma Silva Telles do Valle, reforça a opinião já dada pelo Voto Consciente, de que 2014 foi um ano fraco. “Acredito que, por conta das eleições, o trabalho foi diferente”, diz.



Por outro lado, a quantidade de projetos apresentados é um ponto que, segundo ela, precisa ser avaliado. “Será que Indaiatuba precisa mesmo de tantos projetos? Estamos em uma cidade sem tantos problemas e já temos muitas leis federais”, aponta.



Quanto aos debates, a reclamação é sobre a falta de explanação dos textos que serão votados. “Falta discurso da Situação, pois a sessão é o único momento em que eles podem apresentar esses projetos ao público e não o fazem”, pondera Norma.



Outro descontentamento vem do comportamento de alguns vereadores. “Há muita conversa, muito desrespeito; eles, invariavelmente, estão conversando, não prestam atenção em quem está na tribuna e acabam atrapalhando quem quer ouvir. Isso é muito feio”, comenta. “Vejo o trabalho deles sendo amadoristicamente feito”.



Já com relação ao mérito dos projetos votados, o Voto Consciente aprova boa parte deles. “Penso que tivemos projetos interessantes neste ano, como alguns de utilidade pública”, cita. “Os projetos relacionados ao calendário oficial quanto à saúde são bons, mas desde que saiam no papel e sirvam mesmo para abrir um debate com a população e a conscientize dos problemas”, acrescenta. “Outro projeto bastante válido foi o que proíbe equipamentos de som para campanha eleitoral”, conclui.

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